Monthly Archives: Março 2011

PARABENS FRANCISCO!!!!

Olá,

Hoje meu filhote lindo faz 13 anos!!!

Como é bom vê-lo crescer!

Parece que foi ontem que entrou e iluminou a nossa vida.

Vale bem todos os sacrifícios que actualmente fazemos.

Quero que seja feliz!!! E que no seu coraçãozinho não falte nunca duas coisas que hoje em dia pouco existem: SOLIDARIEDADE e JUSTIÇA.

Para ti luz da minha vida, PARABÈNS!

Obrigado por me fazeres tão feliz.

Adoro-te filhote.

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Novidades!!!!

Olá,

Comecei ontem um casaquinho de croché para mim, muito simples porque é o primeiro de croché que vou fazer!!! Claro que vou tirar fotos e mostrar o decorrer desta “empreitada”.

Vou também fazer a passo e passo uns carapins iguais aos amarelinhos que tenho aqui no blog, pois já diversas pessoas me pediram o esquema, eu vou mostrar, não desesperem….

A minha economia domestica vai péssima, apesar de andar a tentar (tentar eu tento!!!!) poupar cada vez mais, mas a minha casa está a virar-se contra mim, eu explico há 2 semanas avariou o autoclismo do WC de serviço; no domingo passado “caiu” a persiana da sala, ( o maridão sabe arranjar mas não tem tido disposição, e eu compreendo pois está “quase” desempregado), e esta semana o meu microondas pifou…. Como vêem a casa esta contra a minha poupança….. Mas não posso desanimar, por isso todos os dias vou visitar os seguintes blogs para continuar na minha luta e são eles: http://www.organizaracasa.com e www.ideiasdebaixodotelhado.blogspot.com, passem por lá vão gostar!

As leituras, essas “vão de vento em poupa” já li neste 3 meses 14 livros, adorei ler o livro da Isabel Stiwell- Catarina de Bragança, andava desejosa de o ler e não me desiludiu nada, antes pelo contrário, adorei, adorei mesmo! Apesar das suas quase 700 páginas. Recomendo!!!

“Descobri” Rosa Lobato Faria e já li até ao momento 6 livros desta autora, infelizmente já desaparecida, li também Domingos Amaral – Já ninguém morre de amor, gostei mas…..

Fiquei muito desiludida com escrita do meu querido Júlio Magalhães, é um bonito rapaz, bom jornalista mas como escritora falta-lhe “algo”, claro que na minha modesta opinião, e esta que vale o que vale.

Continuo “apaixonada” pela escrita de Nicholas Sparks, já li mais 2 dele, de momento estou a ler Susanna Tamaro e logo em seguida vou ler um autor português também já falecido, mas para ser sincera nunca li nada dele: David Mourão Ferreira, depois eu digo se gostei.

Além de tudo isto ainda quero fazer uma cortina para a minha lavandaria, mas ainda não ganhei coragem para bordar ponto de cruz no linho, é muito cansativo e os meus olhos já estão a ficar cansaditos… mas queria muito faze-la, até já escolhi os cactos, que quero bordar, vamos lá ver como corre.

Mas agora tenho que terminar o casaco de croché! E fazer os ditos carapins!!!

Bjs

Geração à Rasca – Mia Couto

Tanto se tem falado da geração à rasca, aqui fica a opinião de Mia Couto, porque concordo a 100% com tudo o que ele escreveu.

Geração à Rasca – A Nossa Culpa

Um dia, isto tinha de acontecer.
Existe uma geração à rasca?
Existe mais do que uma! Certamente!
Está à rasca a geração dos pais que educaram os seus meninos numa abastança caprichosa, protegendo-os de dificuldades e escondendo-lhes as agruras da vida.
Está à rasca a geração dos filhos que nunca foram ensinados a lidar com frustrações.
A ironia de tudo isto é que os jovens que agora se dizem (e também estão) à rasca são os que mais tiveram tudo.
Nunca nenhuma geração foi, como esta, tão privilegiada na sua infância e na sua adolescência. E nunca a sociedade exigiu tão pouco aos seus jovens como lhes tem sido exigido nos últimos anos.

Deslumbradas com a melhoria significativa das condições de vida, a minha geração e as seguintes (actualmente entre os 30 e os 50 anos) vingaram-se das dificuldades em que foram criadas, no antes ou no pós 1974, e quiseram dar aos seus filhos o melhor.
Ansiosos por sublimar as suas próprias frustrações, os pais investiram nos seus descendentes: proporcionaram-lhes os estudos que fazem deles a geração mais qualificada de sempre (já lá vamos…), mas também lhes deram uma vida desafogada, mimos e mordomias, entradas nos locais de diversão, cartas de condução e 1º automóvel, depósitos de combustível cheios, dinheiro no bolso para que nada lhes faltasse. Mesmo quando as expectativas de primeiro emprego saíram goradas, a família continuou presente, a garantir aos filhos cama, mesa e roupa lavada. Durante anos, acreditaram estes pais e estas mães estar a fazer o melhor; o dinheiro ia chegando para comprar (quase) tudo, quantas vezes em substituição de princípios e de uma educação para a qual não havia tempo, já que ele era todo para o trabalho, garante do ordenado com que se compra (quase) tudo. E éramos (quase) todos felizes.

Depois, veio a crise, o aumento do custo de vida, o desemprego, … A vaquinha emagreceu, feneceu, secou.

Foi então que os pais ficaram à rasca.
Os pais à rasca não vão a um concerto, mas os seus rebentos enchem Pavilhões Atlânticos e festivais de música e bares e discotecas onde não se entra à borla nem se consome fiado.
Os pais à rasca deixaram de ir ao restaurante, para poderem continuar a pagar restaurante aos filhos, num país onde uma festa de
aniversário de adolescente que se preza é no restaurante e vedada a pais.
São pais que contam os cêntimos para pagar à rasca as contas da água e da luz e do resto, e que abdicam dos seus pequenos prazeres para que os filhos não prescindam da internet de banda larga a alta velocidade, nem dos qualquer coisa phones ou pads, sempre de última geração.

São estes pais mesmo à rasca, que já não aguentam, que começam a ter de dizer "não". É um "não" que nunca ensinaram os filhos a ouvir, e que por isso eles não suportam, nem compreendem, porque eles têm direitos, porque eles têm necessidades, porque eles têm expectativas, porque lhes disseram que eles são muito bons e eles querem, e querem, querem o que já ninguém lhes pode dar!

A sociedade colhe assim hoje os frutos do que semeou durante pelo menos duas décadas.

Eis agora uma geração de pais impotentes e frustrados.

Eis agora uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
Eis uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
Eis uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
Eis uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
Eis uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
Eis uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
Eis uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio.

Há talento e cultura e capacidade e competência e solidariedade e inteligência nesta geração?
Claro que há. Conheço uns bons e valentes punhados de exemplos!

Os jovens que detêm estas capacidades-características não encaixam no retrato colectivo, pouco se identificam com os seus contemporâneos, e nem são esses que se queixam assim (embora estejam à rasca, como todos nós).
Chego a ter a impressão de que, se alguns jovens mais inflamados pudessem, atirariam ao tapete os seus contemporâneos que trabalham bem, os que são empreendedores, os que conseguem bons resultados académicos, porque, que inveja!, que chatice!, são betinhos, cromos que só estorvam os outros (como se viu no último Prós e Contras) e, oh, injustiça!, já estão a ser capazes de abarbatar bons ordenados e a subir na vida.

E nós, os mais velhos, estaremos em vias de ser caçados à entrada dos nossos locais de trabalho, para deixarmos livres os invejados lugares a que alguns acham ter direito e que pelos vistos – e a acreditar no que ultimamente ouvimos de algumas almas – ocupamos injusta, imerecida e indevidamente?!!!

Novos e velhos, todos estamos à rasca.
Apesar do tom desta minha prosa, o que eu tenho mesmo é pena destes jovens.
Tudo o que atrás escrevi serve apenas para demonstrar a minha firme convicção de que a culpa não é deles.
A culpa de tudo isto é nossa, que não soubemos formar nem educar, nem fazer melhor, mas é uma culpa que morre solteira, porque é de todos, e a sociedade não consegue, não quer, não pode assumi-la.
Curiosamente, não é desta culpa maior que os jovens agora nos acusam.
Haverá mais triste prova do nosso falhanço?
Pode ser que tudo isto não passe de alarmismo, de um exagero meu, de uma generalização injusta.
Pode ser que nada/ninguém seja assim.

Magnífico artigo naVisão online de 2007 mas que continua muito actual! – Criancinhas!

”A criancinha quer Playstation. A gente dá. A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.

A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente elimina-a da ementa e acaba tudo em festim de chocolate.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos. Pizzas, umas tantas Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o lado e ela incha.
A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá porque a criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é perigoso ser
diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz de conta e o berreiro continua. Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou mulher. Desperta. É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir mesada, semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por isso. Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada. A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à frente na mota, no popó e numas férias à maneira. A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências, inicia o processo de independência meramente informal. A rebeldia é de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em sentido, suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as tarefas domésticas são «uma seca».
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal. Em casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e na dúvida entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será criancinha, continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao menos não anda para aí a fazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais, das escolas em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha? Pois não, bem sei.
Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo. E
então teremos muitos congressos e debates para nos entretermos .

Isto são os Paizinhos que se dizem Modernos.

É por isso que hoje em dia não há respeito por ninguém, em lado nenhum.

Vai ser este o Futuro da nova geração.”

Não sei quem foi o autor deste artigo em 2007, mas é o retrato fiel dos papás e crianças deste país plantado á beira mar – Portugal.

NÃO LEIAM A CORRER…..VALE A PENA PENSAR UM BOCADINHO E VER SE SE PODE MUDAR ALGO..

NÃO LEIAM A CORRER…..VALE A PENA PENSAR UM BOCADINHO E VER SE SE PODE MUDAR ALGO…

fernando pessoa

"Um dia a maioria de nós irá separar-se.
Sentiremos saudades de todas as conversas atiradas fora,
das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,
dos tantos risos e momentos que partilhámos.

Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das
vésperas dos fins-de-semana, dos finais de ano, enfim…
do companheirismo vivido.

Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.

Hoje já não tenho tanta certeza disso.

Em breve cada um vai para seu lado, seja
pelo destino ou por algum
desentendimento, segue a sua vida.

Talvez continuemos a encontrar-nos, quem sabe… nas cartas
que trocaremos.

Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices…
Aí, os dias vão passar, meses… anos… até este contacto
se tornar cada vez mais raro.

Vamo-nos perder no tempo…

Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e
perguntarão:
Quem são aquelas pessoas?

Diremos… que eram nossos amigos e… isso vai doer tanto!

– Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons
anos da minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito.
Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente…

Quando o nosso grupo estiver incompleto…
reunir-nos-emos para um último adeus a um amigo.

E, entre lágrimas, abraçar-nos-emos.
Então, faremos promessas de nos encontrarmos mais vezes
daquele dia em diante.


Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a
sua vida isolada do passado.

E perder-nos-emos no tempo…


Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não
deixes que a vida
passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de
grandes tempestades…

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem
morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem
todos os meus amigos!"

fernando pessoa

"O valor das coisas não está no tempo em que elas duram,

mas na intensidade com que acontecem

Por isso existem momentos inesquecíveis,
coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis"

Fernando Pessoa

“Porque eu sou do tamanho do que vejo e não do taman ho da minha altura…” Fernando Pessoa

"Porque eu sou do tamanho do que vejo e não do tamanho da minha altura…" Fernando Pessoa

INSPIRAÇÃO PARA HOJE

Como manter-se jovem

1. Deite fora os números que não são essenciais.
Isto inclui a idade, o peso e a altura.
Deixe que os médicos se preocupem com isso. Afinal, é para isso que lhes paga!.

2. Mantenha só os amigos divertidos. Os depressivos puxam para baixo.
(Lembre-se disto se for um desses depressivos!)

3. Aprenda sempre:
Aprenda mais sobre computadores, artes, jardinagem, o que quer que seja. Não deixe que o cérebro se torne preguiçoso.
"Uma mente preguiçosa é trabalho do diabo." E o nome do diabo é Alzheimer!

4. Aprecie as mais pequenas coisas

5. Ria muitas vezes, durante muito tempo e alto. Ria até lhe faltar o ar.
E se tiver um amigo que o faça rir, passe muito e muito tempo com ele / ela!

6. Quando as lágrimas aparecerem
Aguente, sofra e ultrapasse.
A única pessoa que fica connosco toda a nossa vida, somos nós próprios.
VIVA enquanto estiver vivo.·

7. Rodeie-se das coisas que ama:
Quer seja a família, animais, plantas, hobbies, o que quer que seja.
O seu lar é o seu refúgio.

8. Tome cuidado com a sua saúde:
Se é boa, mantenha-a.
Se é instável, melhore-a.
Se não a consegue melhorar, procure ajuda.

9. Não faça viagens de culpa. Faça uma viagem ao centro comercial, até a um país diferente, mas NÃO para onde estiver a culpa

10. Diga às pessoas que ama que as ama, a cada oportunidade.

Dia muito bom. Positivo. Luminoso!

Novidades

Olá,

A lista  (tarefas, desejos, sonhos) já está pronta mas é longa, só vou dizer dois ou três itens.

Continuar a ser feliz.

Apesar de algumas vicissitudes da vida, sou feliz, tenho um marido que amo profundamente, sou amada (acho!!!), amo o meu filho com verdadeira “loucura”, por eles sem duvida daria a minha vida sem qualquer hesitação.

Poupar! ainda mais!! levar lanchinho de casa para a manhã e a tarde, almoçar barato e não tomar café… vou tentar!!!

Ler mais muito mais!!!! bater o recorde (pessoal) de 2010 em que li 27 livros. Ler é um vicio e em Portugal é um vicio muito caro, pois ganhamos tão pouco que o dinheiro nem para livros dá, mas eu vou há Biblioteca Municipal de Gondomar que por acaso fica nas traseiras de minha casa, e trago os livros podem não ser muito actuais mas isso não importa, vou lendo, e a minha alma fica saciada!!! Que lindo!!!

Passar mais tempo com a família e com os amigos. Procurar e falar com aqueles amigos que já não vejo há montes de tempo, só nas festas, Natal, Páscoa, etc…. e ás vezes por mensagem. Quero revitalizar essas amizades.

Quero, quero …. continuar a “blogar” e a mostrar as minhas humildes “bricolage”.

Por falar em bricolage vou mostrar uns trabalhinhos em tricot, cá vai… espero que gostem e comentem…

Até breve.

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